A resposta é que a confiança não existe! A afirmação de cortar os gastos do governo de alguma forma incentivam os consumidores e empresas a gastar foram mais do que refutadas pela experiência dos últimos dois anos. Assim os cortes de gastos em uma economia deprimida apenas fazem a depressão mais profunda. Há uma resposta, o ponto é que ninguém no rígido sistema imposto pela Banco Central Europeu está disposto em admitir - seria quebrar o euro, a moeda comum da Europa. A Europa não estaria nessa correção de rumos se a Grécia tivesse sua dracma, a Espanha sua peseta, a Irlanda sua punt e assim por diante... O que a Grécia e a Espanha teriam o que no momento não tem? A resposta é simples, uma forma rápida de restaurar o custo de competitividade das exportações, ou seja, desvalorização.
No entanto, quebrar o euro seria altamente perturbador, representaria uma catastrófica derrota para o " projeto europeu", o esforço a longo prazo para promover a paz, a democracia através de uma maior integração.
The New York Times - coluna Paul Krugman;
The future of the history; A democracia liberal precisa de reformas - Francis Fukuyama

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